A adesão dos técnicos-administrativos em educação (TAEs) à greve nacional da categoria começou a refletir nas universidades federais do Paraná, incluindo a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), com sede em Foz do Iguaçu. O movimento também envolve servidores da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e do Instituto Federal do Paraná – Campus Foz do Iguaçu (IFPR). O calendário acadêmico, que tem previsão de início no próximo dia 9, não deverá ser prejudicado.
A paralisação por tempo indeterminado foi aprovada em assembleia realizada no dia 27 de fevereiro e passou a valer a partir de 3 de março. A mobilização integra o calendário nacional organizado pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra Sindical).
No Paraná, a adesão foi comunicada pelo Sinditest-PR, sindicato que representa os técnicos-administrativos das instituições federais de ensino superior do estado. Segundo a entidade, a decisão pela greve foi aprovada por unanimidade durante assembleia geral extraordinária.
Entre as principais reivindicações da categoria estão pontos de acordos de greve firmados anteriormente que, segundo os servidores, ainda não foram implementados pelo Governo Federal. A pauta inclui questões relacionadas à carreira, jornada de trabalho, reposicionamento funcional e condições de trabalho.
Na região da Tríplice Fronteira, a mobilização tem impacto direto na Unila, universidade federal voltada à integração acadêmica entre países da América Latina e que reúne estudantes brasileiros e estrangeiros em seu campus em Foz do Iguaçu.
Em nota oficial, a UFPR informou que recebeu a comunicação do sindicato sobre a adesão dos servidores e destacou que respeita o direito de greve previsto em lei. A universidade afirmou ainda que acompanhará os desdobramentos do movimento e manterá diálogo institucional com o Sinditest-PR e demais instâncias envolvidas.
A categoria também programou novas assembleias para definir os próximos passos da mobilização, incluindo a formação do comando de greve e a organização das ações do movimento.



















































