O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi, recebeu nesta sexta-feira (27) o título de Cidadão Honorário de Foz do Iguaçu, concedido pela Câmara Municipal. A honraria reconhece a trajetória pública do parlamentar e sua atuação em defesa dos municípios paranaenses, com ênfase em projetos e articulações voltadas à cidade da fronteira.
A proposta foi apresentada pela vereadora Anice Gazzaoui (PP), que destacou o apoio de Curi a pautas da comunidade árabe e sua interlocução constante com lideranças locais. Durante a solenidade, autoridades ressaltaram o perfil municipalista do deputado e sua participação na condução de projetos considerados estratégicos para o Estado.
Em seu discurso, Curi afirmou ter recebido a homenagem “com alegria, emoção e responsabilidade”, lembrando que completa 26 anos de vida pública ao fim de 2026. Ele citou iniciativas aprovadas pela Assembleia nas áreas de turismo, segurança pública e educação, destacando impactos em cidades-polo como Foz do Iguaçu.
Ao mencionar o governador Ratinho Júnior, reforçou a parceria entre os poderes e disse que o Paraná vive um período de estabilidade política e avanço em indicadores sociais e econômicos.
Sucessão estadual entra no discurso
A cerimônia também foi marcada por declarações sobre o cenário político de 2026. Questionado sobre a disputa interna no grupo governista, Curi negou qualquer possibilidade de ruptura.
“Racha é desentendimento, é ruptura. Isso, da minha parte, não vai acontecer”, afirmou.
Ele confirmou o desejo de ser pré-candidato ao Governo do Paraná e disse que gostaria de disputar pelo PSD, mas ressaltou que aguarda a definição do governador, que deverá anunciar sua posição até o fim de março.
Curi também citou outros nomes colocados como potenciais pré-candidatos dentro do grupo político, como o secretário Guto Silva e o prefeito de Curitiba Rafael Greca, a quem fez elogios. Segundo ele, todos têm condições de representar a continuidade do atual governo.
O presidente da Assembleia reforçou que, independentemente da decisão do governador, seu posicionamento será de apoio à gestão estadual. “Não haverá ruptura. O que pode existir é uma recomposição política, sempre com diálogo”, declarou.
Assim, a entrega do título honorário em Foz do Iguaçu acabou extrapolando o caráter simbólico da homenagem e se transformou também em palco para sinalizações importantes sobre o futuro político do Paraná.




















































