O presidente da cooperativa Lar, Irineo da Costa Rodrigues, avaliou de forma positiva o acordo firmado entre o Mercosul e a União Europeia. Para ele, a parceria era aguardada há muitos anos e chega em um momento importante para o agronegócio brasileiro.
“É um acordo que já esperávamos há décadas. Podemos dizer que ele não vem tarde, ele vem numa boa hora, porque precisou ser aceito e amadurecido”, afirmou o presidente.
O acordo prevê a redução de tarifas e a ampliação do comércio entre os países do Mercosul e o bloco europeu. Com isso, produtos brasileiros devem ter mais facilidade para entrar no mercado europeu, que possui alto poder de compra e utiliza uma moeda forte, o euro.
Segundo Irineo, um dos principais benefícios será o aumento das exportações brasileiras. “Não tenho nenhuma dúvida de que facilita as exportações do Brasil para a Europa”, destacou.
Além disso, o presidente da Lar ressaltou que o acordo também vai permitir maior acesso à tecnologia europeia. “Nós vamos ter acesso a mais tecnologia, tecnologia que vai ajudar a gente a produzir melhor”, explicou.
Para ele, a parceria não deve ser vista como uma disputa entre os blocos, mas como uma cooperação. “É uma via de duas mãos. Vai tornar a nossa agricultura mais competitiva, com mais tecnologia. Nós vamos fazer melhor o que já temos hoje”, completou.
Irineo também destacou que o acesso ao mercado europeu pode trazer melhores resultados financeiros para o setor. “É um mercado que remunera muito bem e que tem uma moeda muito forte”, concluiu.
A expectativa é que o acordo fortaleça o agronegócio brasileiro, aumente a competitividade dos produtores e gere novas oportunidades de negócios nos próximos anos.






















































