O Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) 2026 deve ser lançado em fevereiro, seguindo o cronograma tradicional do município. A expectativa é que a parcela única e a primeira parcela possam ser pagas a partir de março. O imposto deve ter correção monetária de 4,178% neste ano, calculada com base na Unidade Fiscal de Foz do Iguaçu (UFFI). As informações são da secretária municipal de Finanças e Orçamento, Magda Trindade.
Para este ano, a Prefeitura estima o lançamento do imposto para 127.469 imóveis, com uma previsão de arrecadação de cerca de R$ 160 milhões apenas com o IPTU. O valor sofrerá uma correção monetária calculada com base na unidade fiscal, conforme previsto na legislação municipal. O desconto para pagamento à vista será mantido no modelo progressivo, beneficiando o contribuinte que paga em dia, como estabelece o Código Tributário Municipal.
Magda Trindade explicou que a forma de entrega dos carnês ainda está em definição. Em 2025, o envio pelos Correios apresentou baixa eficiência, com retorno de quase 50% das correspondências, o que gerou custos elevados ao município. Diante disso, a Secretaria estuda novas estratégias de distribuição, incluindo a retirada de guias em unidades básicas de saúde (UBSs) e outros pontos descentralizados, sem descartar totalmente o uso dos Correios. A secretária reforçou a importância de o contribuinte manter o cadastro atualizado, destacando que o IPTU é um imposto de caráter notório e sua cobrança independe do recebimento físico do carnê.
O IPTU 2026 também contará com a inclusão de novos loteamentos na base de arrecadação: Ayrton Senna 2, Jardim Dona Brida, Horizonte Fechado Infinitos e Jardim das Oliveiras 4. Segundo a secretária, a ampliação da base tributária é fundamental para fortalecer as finanças municipais, especialmente em um cenário de queda de repasses e início da transição para a reforma tributária.
Magda Trindade afirmou ainda que os recursos arrecadados com o IPTU são recursos livres, sem vinculação específica, podendo ser utilizados em diversas áreas da administração pública, como saúde, educação, obras, assistência social e pagamento da folha de servidores. A secretária ressaltou que todo valor arrecadado retorna à população em forma de serviços e investimentos, reforçando a necessidade de equilíbrio entre arrecadação, custeio e capacidade de investimento do município.





















































