De acordo com as informações repassadas pela prefeitura, durante a execução dos serviços, foi necessária a alteração do projeto executivo de drenagem e infraestrutura a pedido da Copel. A concessionária solicitou o reposicionamento de uma das caixas de inspeção para uma área mais próxima da rede elétrica existente, com o objetivo de garantir maior segurança operacional e facilitar a manutenção do sistema.
“Essa mudança exigiu a execução de parte da estrutura sobre o pavimento asfáltico já existente. Para viabilizar a intervenção, foram adotados métodos de demolição controlada, reforço estrutural da base e recomposição específica do pavimento, assegurando que a transição entre a área original e a nova estrutura não apresente recalques diferenciais ou falhas por fadiga, em conformidade com as normas de pavimentação urbana”.
Além disso, segundo a prefeitura, o mês de dezembro registrou índice pluviométrico acima da média histórica da região. As chuvas intensas inviabilizaram tecnicamente a realização de serviços de terraplenagem, abertura de valas e pavimentação asfáltica, especialmente com concreto asfáltico usinado a quente (CAUQ). A umidade excessiva compromete a compactação do subleito e das camadas granulares, além de impedir a aplicação da pintura de ligação e do revestimento asfáltico, conforme orientações do Manual de Pavimentação do DNIT.
O cronograma também foi impactado pelo recesso de final de ano, período em que houve paralisação de atividades industriais e das usinas fornecedoras de materiais betuminosos e concreto, resultando na desmobilização temporária de equipes e na interrupção da logística de insumos. No momento, a administração aguarda o posicionamento da empresa contratada quanto à nova data prevista para a conclusão dos serviços, diz a nota enviada pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura.





















































