O prefeito de Foz do Iguaçu, general Joaquim Silva e Luna, detalhou a implantação do futuro hospital estadual de alta complexidade que será construído no município, com investimento estimado em R$ 80 milhões, custeio integral do Governo do Paraná e capacidade prevista entre 80 e 100 leitos. A unidade terá perfil regional e deverá atender Foz do Iguaçu e municípios do Oeste do Paraná.
Segundo o prefeito, a definição do local exigiu uma decisão rápida para evitar atrasos no projeto. O hospital será construído em uma área de aproximadamente 11 mil metros quadrados, onde atualmente está localizado o pátio de máquinas da Secretaria de Obras da Prefeitura de Foz do Iguaçu, na Avenida José Maria de Brito, 459, no bairro Vila Portes. O terreno, já disponível, foi escolhido por não exigir grandes intervenções iniciais. “Não podia ser um local que demorasse, que tivesse que fazer terraplanagem ou preparação extensa do solo. Precisava ser um terreno pronto”, afirmou.

O projeto ficará sob responsabilidade do Paraná Projetos, órgão do Governo do Estado que será responsável pela elaboração do projeto executivo, condução da licitação e entrega da unidade totalmente construída e equipada. “Eles fazem o projeto, colocam o dinheiro, conduzem a licitação e entregam o hospital montado, equipado, para você operar”, explicou Silva e Luna, destacando que a maior dificuldade inicial foi encontrar uma área adequada dentro das exigências técnicas.
Durante as discussões sobre o porte da unidade, houve divergências quanto ao número de leitos. Segundo o prefeito, a área da saúde defendia um hospital com até 300 leitos, mas a definição considerou o limite orçamentário. “Fiz a pergunta: qual é a constante dessa equação? Quanto você tem de dinheiro? A resposta foi R$ 80 milhões. Então está resolvido”, relatou. A partir desse valor, os estudos indicaram a viabilidade de um hospital de alta complexidade com até 100 leitos.
Silva e Luna ressaltou ainda que o custeio do hospital será 100% do Governo do Estado, reforçando o caráter estadual da unidade. “É um hospital do Estado. Ele se chama regional porque atende a região”, afirmou. A expectativa é que a nova estrutura amplie significativamente a capacidade de atendimento hospitalar de alta complexidade em Foz do Iguaçu e reduza a pressão sobre a rede municipal de saúde.





















































