As investigações começaram após ações de patrulhamento realizadas pelo ICMBio, que identificaram um acampamento estruturado e um saleiro ativo em área de proteção integral — prática utilizada para atrair animais silvestres. Durante o monitoramento, os agentes também localizaram uma armadilha fotográfica instalada de forma irregular. A análise do equipamento revelou que ele pertencia ao Projeto Onças do Iguaçu e havia sido furtado da unidade em 2021.
Os arquivos recuperados continham imagens recentes dos suspeitos manuseando a câmera, o que contribuiu para a identificação dos envolvidos. Um dos investigados, segundo a Polícia Federal, já possui histórico de infrações ambientais na mesma região.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos nas residências dos alvos armas, munições, aparelhos celulares e diversos materiais utilizados na caça, como gaiolas, roupas camufladas, chumbo, lunetas e armadilhas. Os investigados poderão responder por crimes como dano a unidade de conservação, furto ou receptação, crimes contra a fauna silvestre e associação criminosa.




















































