Localizado na região central de Foz do Iguaçu, o Bosque Guarani permanece fechado ao público há anos, quando ocorreu a desativação do antigo espaço com animais. Desde então, o local aguarda uma definição sobre seu modelo de gestão e sobre as intervenções necessárias para reabertura.
Em resposta a questionamento da Câmara Municipal, a Prefeitura informou que o processo para concessão do espaço ainda não tem prazo definido. Segundo o Executivo, os estudos iniciais foram concluídos por uma Comissão Especial de Estudos, criada em 2025, que apontou a necessidade de resolver questões fundiárias e realizar investimentos estruturais antes do lançamento de um edital.
A administração municipal indicou que a modelagem preliminar considera uma concessão parcial de serviços públicos, mas destacou que a modalidade final dependerá de novos estudos técnicos e econômico-financeiros no momento da abertura do processo.
Ainda de acordo com a prefeitura, há previsão de investimentos públicos na área, estimados em cerca de R$ 10 milhões. No entanto, a execução das obras está condicionada à captação de recursos, especialmente junto ao Governo do Estado, e à conclusão dos trâmites necessários.
Enquanto o processo segue em fase preparatória, o Bosque Guarani permanece sem uso regular. A ausência de atividades e de ocupação contínua tem sido apontada por moradores como um fator de preocupação, especialmente em relação à conservação do espaço e à segurança no entorno.
Os estudos para a futura concessão envolvem diferentes secretarias municipais, como Turismo, Meio Ambiente, Planejamento e Administração, sob coordenação da Secretaria de Turismo.
Sem um cronograma definido para as próximas etapas, a reativação do espaço ainda depende da superação das pendências técnicas e da definição do modelo de gestão a ser adotado.
