Um mês após o incêndio seguido de explosão em um apartamento em Foz do Iguaçu, a situação do prédio avança gradualmente rumo à normalidade. De acordo com a Defesa Civil, 11 das 16 unidades afetadas foram liberadas para retorno dos moradores. No entanto, cinco apartamentos ainda permanecem interditados, por conta de danos e necessidade de reparos.
O caso aconteceu na madrugada do dia 26 de fevereiro e mobilizou equipes de emergência. A explosão provocou um incêndio de grandes proporções, causando destruição significativa no imóvel e atingindo unidades vizinhas. Desde então, o local passou por avaliações técnicas para garantir a segurança dos moradores.
O morador do apartamento onde teve início a ocorrência, Eduardo Werneck, de 31 anos, sofreu queimaduras graves, atingindo entre 80% e 90% do corpo. Ele chegou a ser transferido para o Hospital Universitário Evangélico Mackenzie, referência estadual no atendimento a vítimas de queimaduras, mas não resistiu aos ferimentos e morreu dias após o acidente.
As causas do incêndio ainda são apuradas, enquanto os moradores das unidades liberadas retomam a rotina. Já as famílias dos apartamentos interditados aguardam a conclusão das obras e novas vistorias para poder retornar com segurança. A Polícia Científica ainda está elaborando o laudo que vai confirmar as causas do acidente. A previsão é que o documento seja divulgado até o dia 6 de abril, um mês após a finalização da última perícia no local.
