Haxixe é encontrado em mochila durante abordagem a carro de transporte por aplicativo na aduana da Ponte da Amizade

Droga foi localizada pela Receita Federal dentro de uma mochila em meio a mercadorias no porta-malas do veículo.

Fotos: Leandro Zanotto

Servidores da Receita Federal encontraram cerca de 750 gramas de haxixe durante a abordagem a um carro utilizado para transporte de passageiros na região da aduana da Ponte da Amizade, na fronteira entre Brasil e Paraguai.

De acordo com o auditor da Receita Federal, Flávio Bernardino Carvalho, o veículo foi retido no domingo (8) durante uma fiscalização de rotina.

Segundo ele, o carro era utilizado para transporte de passageiros pelo sistema conhecido como Blablacar e estava com três ocupantes.

“Esse carro foi retido ontem, domingo. É um Blablacar, tinha motorista, um passageiro e uma passageira”, explicou o auditor.

Durante a vistoria, os servidores perceberam que o porta-malas estava cheio de mercadorias trazidas do Paraguai. Enquanto os produtos eram retirados para conferência, uma mochila chamou a atenção da equipe.

“Havia uma mochila dentre as mercadorias e os volumes retidos. Nessa mochila a gente acabou de encontrar cerca de 750 gramas de haxixe”, relatou Flávio Bernardino Carvalho.

O haxixe é um derivado da cannabis, produzido a partir da resina da planta da maconha e considerado uma substância ilícita no Brasil.

“É um derivado da cannabis, da maconha. A seiva da maconha. É usado também para fumar, é um entorpecente, é ilícito”, explicou o auditor.

Segundo a Receita Federal, dentro da mochila também foram encontrados pertences e roupas femininas, o que levanta a suspeita de que o material possa pertencer a uma das passageiras do veículo.

“Os pertences que estavam junto a esse haxixe eram roupas femininas. Acredito que possa ser da passageira”, afirmou.

Todo o material foi apreendido e o caso será encaminhado à Polícia Civil, que deve dar continuidade às investigações para esclarecer a origem da droga e a responsabilidade dos ocupantes do carro.

“Levaremos isso ao conhecimento da Polícia Civil e ela prosseguirá nas investigações”, completou o auditor da Receita Federal.

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