As obras da ciclovia e da nova calçada de pedestres no encontro das avenidas JK e Tancredo Neves, embaixo do viaduto da BR-277, foram concluídas e o espaço já está sendo utilizado diariamente pela população. O trecho é considerado estratégico para a mobilidade urbana de Foz do Iguaçu, pois conecta importantes corredores da cidade e oferece mais segurança para quem passa pelo local.
A conclusão deste ponto específico vinha sendo defendida desde meados de 2025 pela Rádio Cultura, após sucessivos pedidos de ouvintes que cobravam melhorias na região. Ao longo do ano passado, a demanda aumentou, principalmente devido às condições inadequadas de circulação e aos riscos enfrentados por pedestres e ciclistas ao atravessar o trecho sob o viaduto.
Inicialmente prevista para dezembro de 2025, a entrega da obra foi prorrogada pela Prefeitura, a pedido da empresa responsável, para a instalação de caixas de energia — etapa fundamental para garantir a iluminação pública e a finalização completa da estrutura.
Pavimentação em concreto é diferencial do novo trecho
Diferentemente de outros pontos da ciclovia, onde foi aplicado asfalto, o segmento sob o viaduto recebeu pavimentação em concreto. A escolha técnica oferece maior durabilidade e resistência, especialmente em áreas com grande fluxo e sujeitas à umidade.
Com a obra concluída, ciclistas, pedestres e moradores da região já utilizam o espaço, que agora proporciona um trajeto mais organizado e seguro.
“Está ficando bom”, diz morador
Uma das pessoas que aproveitou a nova passagem na manhã desta segunda-feira (2) foi Edivaldo dos Santos, corredor que também representa a da Acorrefoz (Associação dos Corredores de Foz do Iguaçu) que acompanhou de perto a cobrança pela conclusão do trecho.
“Eu achei muito importante, porque nós já estávamos lutando. Fizemos algumas reportagens, porque isso daqui estava parado e a gente não via andamento”, afirmou.
Segundo ele, após manifestações e cobranças públicas, os trabalhos avançaram até a conclusão.
“Depois que fizemos esses manifestos, começaram a fazer e agora está terminando. Não ficou exatamente do jeito que queríamos, mas está bem melhor.”
Edivaldo destaca que antes a situação era preocupante.
“Estava muito inviável, estava feio demais. Aqui tem uma movimentação grande de carros, era perigoso. Agora está ficando bom, está ótimo.”

