Enfermeira fala sobre primeiro caso de Mpox em Foz do Iguaçu

Secretaria de Saúde confirma caso leve da doença e reforça orientações de prevenção à população

Foto: Redes Sociais

A enfermeira Rosângela Martins, supervisora técnica do Programa Municipal de IST/Aids, Hepatites Virais, Tuberculose e Hanseníase, falou sobre o primeiro caso confirmado de Mpox em 2026 em Foz do Iguaçu. O registro também é o primeiro do ano no Paraná.

Segundo ela, a doença é monitorada no Brasil desde 2022 e, no Paraná, já foram contabilizados mais de 600 casos desde o início dos registros. Neste ano, porém, a confirmação ocorreu no município.

“Trata-se de um homem de 33 anos, acadêmico de instituição de ensino superior do Paraguai. Ele procurou o serviço de saúde no início de janeiro com sintomas como febre, dor no corpo, mal-estar e lesões corporais com crostas e pústulas”, explicou Rosângela.

A profissional relatou que a equipe suspeitou da doença já no primeiro atendimento e seguiu o protocolo, encaminhando o paciente para a UPA Samec para coleta de exame específico. “Após algumas semanas, o resultado veio reagente, confirmando a suspeita inicial da equipe”, afirmou.

De acordo com a Secretaria de Saúde, o paciente foi monitorado desde o início, permaneceu em isolamento domiciliar e apresentou quadro considerado leve a moderado. Não houve necessidade de internação.

“Hoje o paciente encontra-se bem. Não houve relato de sinais e sintomas entre os contatos próximos, mas ele continua sendo monitorado e orientado”, destacou a enfermeira.

A Secretaria reforça o alerta para que a população mantenha medidas de prevenção, como a higienização frequente das mãos, e procure atendimento médico ao apresentar sintomas como febre, dores no corpo, mal-estar, aumento de gânglios (ínguas) e lesões na pele semelhantes a pústulas ou crostas.

A Secretaria Municipal de Saúde permanece à disposição da comunidade para orientações e acompanhamento de possíveis casos.

Enfermeira fala sobre primeiro caso de Mpox em Foz do Iguaçu
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