A Feirinha do Parque Nacional do Iguaçu, Patrimônio Mundial Natural, passa a ser realizada semanalmente aos sábados em 2026. Cerca de 20 produtores, artesãos e comerciantes dos 14 municípios lindeiros ao parque expõem seus produtos no Centro de Visitantes, seguindo o horário de funcionamento da unidade. Entre os itens disponíveis estão objetos de decoração feitos à mão, crochê, artesanato e produtos regionais típicos.
A mudança da frequência, de mensal para semanal, busca valorizar ainda mais a comunidade local. “A iniciativa reforça a identidade cultural do território, inserindo elementos regionais na experiência turística dos visitantes, estimulando o pertencimento das comunidades lindeiras ao parque”, explica André Franzini, gerente de sustentabilidade da Urbia+Cataratas, responsável pela gestão da visitação turística.
Segundo o CEO da concessionária, Mario Macedo Junior, 74% dos produtos adquiridos pelo parque têm origem regional, abrangendo alimentos frescos, artesanato, souvenires e serviços especializados. “Ao colocar os fornecedores do entorno como parte principal do negócio, o parque cria um ciclo econômico que gera empregos diretos e indiretos, amplia a distribuição de renda e oferece visibilidade nacional e internacional aos empreendedores locais”, acrescenta.
Artesãos, pequenos produtores e artistas plásticos interessados devem realizar cadastro prévio para participar da feirinha, por meio do formulário disponível em: https://forms.office.com/r/9nnxzfEGJJ.
A iniciativa integra o plano “Parque Nacional do Iguaçu 2030”, apresentado durante a comemoração do aniversário da unidade de conservação em 9 de janeiro de 2026. O programa prevê ações estratégicas da Urbia+Cataratas para fortalecer o turismo sustentável e a economia regional nos próximos anos. Mais informações podem ser conferidas em cataratasdoiguacu.com.br/novo-tempo.
Em 2025, a concessionária conquistou o segundo lugar no Prêmio ESG da Associação Brasileira de ESG, na categoria “Integração de ESG na Cadeia de Suprimentos”, pelo case que destacou o Parque Nacional do Iguaçu como indutor de desenvolvimento socioeconômico regional. O reconhecimento reforça a gestão responsável do parque e evidencia o potencial das unidades de conservação em estimular o crescimento econômico local, o turismo sustentável e a economia criativa.
