Operação Verão no oeste segue sem mortes por afogamento e registra seis resgates

Segundo o Corpo de Bombeiros, imprudência, consumo de álcool e banho fora das áreas sinalizadas concentram os atendimentos nos balneários da região

SESP/PR/Meramente ilustrativa

A Operação Verão 2025/2026 transcorre sem registros de mortes por afogamento nos sete balneários monitorados na região, segundo balanço apresentado pelo tenente Rafael Arantes, do Corpo de Bombeiros, durante entrevista. Apesar do resultado positivo, a corporação realizou seis resgates no período, a maioria deles provocada pelo descumprimento das orientações de segurança repassadas aos banhistas.

“Felizmente não tivemos óbitos por afogamento, mas ainda registramos resgates por imprudência, principalmente de pessoas que entram em áreas não sinalizadas”, afirmou o tenente.

De acordo com Arantes, o perfil mais recorrente nas situações de risco envolve homens jovens, geralmente associados ao consumo de bebida alcoólica e à permanência fora das áreas devidamente demarcadas para banho. “É um comportamento que se repete todos os anos e que exige atenção redobrada”, destacou.

Segurança em piscinas

A segurança em piscinas, especialmente envolvendo crianças, também foi enfatizada pelo Corpo de Bombeiros. Arantes reforçou que a supervisão deve ser constante e próxima. “Criança na água precisa estar sempre com um adulto a um braço de distância”, alertou. Ele acrescentou que piscinas devem contar com cercamento adequado e portões mantidos fechados, como forma de evitar acidentes domésticos.

Outro risco destacado são os ralos antigos, que podem provocar sucção de cabelos e prender crianças submersas. A recomendação, segundo o tenente, é a substituição por modelos antissucção. “Uma regra simples que ajuda muito é: se a água está no umbigo da criança, já é sinal de perigo”, afirmou.

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