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Por ciúmes, mulher manda matar outra jovem de 20 anos no Paraná

A vítima teria se relacionado com um outro jovem que a mandante também se envolvia. A jovem foi morta na frente do pai e da irmã dentro da própria casa

A Polícia Civil prendeu na manhã desta terça-feira (20),  a mandante da morte de Nadia Cristina Rodrigues da Silva, de 20 anos, em uma operação deflagrada pela no bairro Tatuquara, em Curitiba. O delegado Victor Menezes, da Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), disse que o crime foi motivado por ciúmes porque a vítima, de 20 anos, teria se relacionado com um outro jovem que a mandante também se envolvia.

“A comunidade foi fundamental nas nossas investigações. As informações que recebemos davam conta deste relacionamento frustrado da mandante do crime. Este seria o motivo que levou ao homicídio”, iniciou o delegado à Rádio Banda B.

Ao saber da situação, a mandante que também está ligada ao tráfico de drogas na região, contatou Jean Monteiro da Luz. A DHPP o aponta como o atirador que matou Nadja na frente do pai e da irmã dentro da própria casa na rua Ignêz de Souza Soares, no dia 31 de janeiro.

“De acordo com informações anônimas também, a mandante teria contratado um dos nossos investigados para executar o crime. Mas nós ainda não sabemos se ela realmente pagou algum valor para ele. Agora, com a sua prisão, nós continuaremos as investigações para descobrir este e outros detalhes”, pontuou Menezes.

Procurado

Jean Monteiro da Luz teve o nome divulgado pela polícia e está foragido. Ele, no entanto, de acordo com as investigações, não atuou sozinho no dia do crime. Um comparsa estaria junto com ele e ambos utilizavam tornozeleira eletrônica no momento dos disparos.

“Já havia um mandado de prisão em aberto contra o Jean, antes do nosso cumprimento. Mas agora ele se encontra foragido em relação a investigação da DHPP também”, comentou o delegado.

Tráfico de drogas

A Polícia Civil ainda apreendeu uma 38 gramas (g) de drogas, preparadas para comercialização, durante a operação desta manhã. Apesar da morte de Nadja não estar ligada diretamente ao tráfico, Menezes destacou que os envolvidos são pessoas perigosas.

“Já é a terceira vez que a 4ª Delegacia de Homicídios vai até este endereço cumprir algum mandado. Todos eles estão ligados a crimes violentos e graves por conta do tráfico de drogas. Então, são pessoas que reiteradamente agridem e matam terceiros. Embora este seja um crime passional, o contexto geral está ligado ao tráfico e de pessoas que usam a violência para resolver os problemas”, analisou à Banda B.

Fonte: Banda B

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